Pessoal que Visitaram o Blog

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

ETNOCENTRISMO


O etnocentrismo trata-se de uma avaliação pautada em juízos de valor daquilo que é considerado diferente. Por exemplo, enquanto alguns animais como escorpiões e cães não fazem parte da cultura alimentar do brasileiro, em alguns países asiáticos estes animais são preparados como alimentos, sendo vendidos na rua da mesma forma como estamos habituados aqui a comer um pastel ou pipocas. Assim, o que aqui é exótico, lá não necessariamente o é.

No nosso caso, já que falamos sobre África, Brasil, afro-descendência, o que vamos comentar sobre etnocentrismo é que, o preconceito racial e religioso para com hábitos étnicos e religiosos, infelizmente é algo presente no cotidiano de muita gente. A penumbra de ser perseguido por causa de sua religião vai contra os ideais humanos, e de uma república justa e igualitária, a formação de uma pessoa, seja ela qual for, quando a leva a cometer um etnocentrismo, cometerá ao mesmo tempo um crime, pois todos tem a liberdade de expressão e religiosa, oprimir isso de alguém é um crime grave e leva inclusive cadeia. Etnocentrismo acaba também que por trazer por si um pouco de preconceito racial, que propicia a arrogância de várias pessoas a criticar a cultura e religiosidade do outro.

Fonte:http://www.brasilescola.com/sociologia/etnocentrismo.htm

MUSEUS AFRO-BRASILEIROS


Os Museus Afro-Brasileiros são instituições artísticas, que têm como objetivo defender, estudar e divulgar a cultura afro-brasileira. Contribuem para o desenvolvimento de uma educação que estimule as relações étnico-raciais. Também promovem atividades de pesquisa e ensino, procurando difundir e socializar as informações da organização, por meio de cursos e exposições, e proporcionando apoio aos pesquisadores e estudantes que visitam o museu. Dentre estes, podemos citar dois: a Casa do Benin, e a Casa de Angola.
Sendo um dos mais importantes centros baianos de cultura africana desde 1988, a Casa do Benin, localizada no Pelourinho frequentemente recebe exposições temporárias de artistas locais. Possui uma fachada colonial, conta com área para exposições, biblioteca, mini auditório e restaurante. Sua intenção é emitir os laços existentes entre Bahia e Benin, difundindo a cultura do povo beninense em Salvador. Do Golfo de Benin vieram os últimos escravos para a Bahia, quando já era proibido o tráfico negreiro. É uma casa de cultura gerida pela Fundação Gregório de Mattos, e mostra o quanto a influência cultural africana é importante para a formação social de Salvador.
Casa de Angola: Localizada na Baixa dos Sapateiros, é uma exposição onde se encontra tronos, pulseiras, elementos de caça, crença e magia, poder político tradicional e cerâmico, peças oriundas do museu antropológico de Angola. Atualmente a Casa de Angola pode oferecer inúmeras possibilidades de intercâmbio cultural para estudantes e educadores baianos.
Por: Camila Tavares e Geraldine Sá






STEVE BANTU BIKO


Steve Bantu Biko foi um conhecido ativista do movimento anti-apartheid na África do Sul. Insatisfeito com a União Nacional de Estudantes Sul-africanos, da qual ele era membro, participou da fundação, em 1968, da Organização dos Estudantes Sul-africanos. Na década de 1970, tornou-se presidente da Convenção dos Negros.

Em 6 de setembro de 1977, Biko foi preso pela censura do regime do apartheid. Levado sob custódia, foi acorrentado às grades de uma janela penitenciaria durante um dia inteiro, sofrendo por conseqüência um grave traumatismo craniano, morrendo dias depois do ocorrido.

Como reconhecimento pelo seu trabalho, foi criada o Instituto Cultural Steve Biko, que desenvolve diversas atividades no campo político e educacional, que resultaram em políticas publicas para o combate das desigualdades raciais.


NOTÍCIAS SOBRE O EGITO

Ex-vice-presidente egípcio e braço direito de Mubarak morrem nos EUA.

Cairo, 19 julho.  O general Omar Suleiman, ex-vice-presidente do Egito e braço direito de Hosni Mubarak, morreu na manhã desta quinta-feira em um hospital dos Estados Unidos, informou a agência de notícias estatal egípcia, "Mena".

Fontes dos serviços de segurança do país norte-africano disseram à Agência Efe que o homem que foi por muitos anos o chefe dos serviços secretos egípcios viajava com frequência aos EUA por causa de tratamentos contra o câncer e problemas cardíacos, e passou seus últimos meses entre a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos.

Nascido no dia 2 de julho de 1936, o general Suleiman foi vice-presidente egípcio de 29 de janeiro de 2011, quatro dias depois do início da revolta popular que derrubou Mubarak, até a queda do ex-presidente, em 11 de fevereiro deste ano.

O homem de confiança de Mubarak dirigiu os serviços de inteligência do país desde 1993 e havia atuado como mediador no conflito entre israelenses e palestinos.

Após meses de silêncio em consequência da queda de Mubarak, Suleiman decidiu disputar as eleições presidenciais deste ano, vencidas por Mohammed Mursi, embora em abril sua candidatura tenha sido revogada por falta das aprovações necessárias.


VÍDEO
Por: Iuri Ribeiro Silva e Paulo Cabral

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

IGREJA DO ROSÁRIO DOS PRETOS - SALVADOR E CACHOEIRA


Tombada em 1938, revela em sua arquitetura uma mistura total de estilos: a fachada é rococó, os altares são neoclássicos e as torres têm traços indianos. Tantas influências se justificam pelo longo tempo de construção – cerca de cem anos.  Escravos e negros libertos pela Abolição foram os artífices do templo, um dos mais representativos do sincretismo religioso baiano, ainda hoje mantido pela Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos. Apesar da importância, a igreja carece de uma boa reforma. Uma das curiosidades do templo é a chamada “missa inculturada”, que mistura cânones católicos com elementos afro-baianos, inclusive toques percussivos.

Fonte: http://guiadoocio.com/onde-ir/igreja-de-nossa-senhora-rosario-dos-pretos

IMPORTÂNCIA DO RECÔNCAVO PARA A COMUNIDADE AFRO-BRASILEIRA


O Recôncavo baiano é uma região brasileira de enorme influência africana. Para ali foram trazidos milhares de escravos, sobretudo para trabalharem na produção de cana-de-açúcar.

A região foi o berço do samba brasileiro, tendo sido o lugar onde, por volta de 1860, teriam surgido as primeiras manifestações do samba de roda, gênero musical recentemente proclamado como Obra Prima do Patrimônio Oral e Imaterial da Humanidade pela UNESCO, e por volta de 1650 da capoeira.

Na cidade de Cachoeira, uma manifestação cultural revela o sincretismo que ocorre no Brasil, principalmente na Bahia, que é a Irmandade da Boa Morte, unindo os cultos católicos e das religiões afro-brasileiras. A Irmandade da Boa Morte em Cachoeira tornou-se de grande relevância por toda a trajetória da cidade e pelo próprio significado histórico-cultural que este movimento tem, uma vez que, este surgiu em plena efervescência do escravismo no recôncavo da Bahia. Cachoeira apresenta desde seus primeiros povoamentos por volta da segunda metade do século XVI uma importância histórico-cultural para a composição do patrimônio material e imaterial da Bahia e também do Brasil. Durante seus anos de prosperidade, Cachoeira alcançou e sustentou sua opulência diante do principal centro político que era a “Cidade da Bahia”, hoje capital do Estado.

Por: Carolina Fiaes e Nauan Aguiar 

DIÁSPORA AFRICANA


Diáspora africana — também chamada de Diáspora Negra — é o nome que se dá ao fenômeno sociocultural e histórico que ocorreu em países além África ao final do século XIX, de africanos (em especial africanos de pele escura chamados pela cultura ocidental de negros ou afros descendentes).
Os negros escravizados naquela época não tinham direito de se integrar na sociedade, direito como seres – humanos e não podiam constituir uma família, eles só se encontravam entre si em rituais festivos e cerimoniais escondidos que aconteciam nas senzalas ou no sentimento libertário de revolta que ocorria no sul.

Na época dos colonizadores, diversos negros foram escravizados e enviados ao Brasil através do trafico negreiro, com o passar do tempo eles acumularam riquezas e compraram as cartas de alforrias, começando um novo processo de emigração para os seus países de origem, uma diáspora, porém em alguns lugares, não houve um bom relacionamento entre os nativos e os imigrantes, os afro-brasileiros adquiriram um pouco da cultura européia.

Um exemplo retirado do site Revista de História:

“O melhor lugar para os libertos africanos e seus descendentes livres, residentes no Império do Brasil, irem e fundarem uma cidade é o lugar chamado Cabinda, no Sudoeste da África, porque os nativos daquele lugar tiveram, ao longo dos anos, o desejo de adquirir civilização européia”.
O trecho acima não é obra de algum governante branco europeu planejando o destino dos negros alforriados. Trata-se de uma carta escrita em 1851 por um ex-escravo e endereçada às autoridades britânicas. Joaquim Nicolau de Brito pleiteava, para si e para uma centena de outros libertos, a oportunidade de viajar de volta à África e lá empreender uma nova colonização, inspirada em formas “civilizadas” de governo.

O grupo queria instalar-se em Cabinda, no litoral da atual Angola, e dedicar-se ao cultivo de produtos agrícolas para consumo e exportação. Com os lucros do trabalho, seus integrantes pagariam o investimento feito em sua viagem.



GRUPO:
Juliana Pombo

Matheus Ché
Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Di%C3%A1spora_africana