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quarta-feira, 15 de agosto de 2012

COMO TUDO COMEÇOU

RELEVÂNCIA DA REVOLTA DOS MALÊS:


Para os que não sabem, a Revolta dos Malês aconteceu em Salvador entres os dias 25 a 27 de janeiro no ano de 1835, e foi também a primeira revolta mulçumana no hemisfério ocidental, feita apenas por negros, escravos, pequenos proprietários, alfaiates, etc. Nossos professores de história sempre nos falavam uma coisa, “Nenhum povo na história, aceitou ser escravizado e a se submeter a vontade de outros”. Enfim, a relevância da Revolta dos Malês é que, destaca outro movimento negro, que buscou sua liberdade, que não aceitava ser oprimido e que lutou para que eles todos pudessem ascender na sociedade, que hoje é um desejo individual de todos, crescer na vida e prosperar. Outra importância foi que tal revolta, teve também um carácter religioso, já que ele foi criado por mulçumanos, sendo assim, por causa da raça e de sua religião, eles eram menosprezados e discriminados, e por fim, lutaram pela sua liberdade, igualdade e justiça, mas infelizmente, uma mulher entregou todo o plano de revolta, com o que fez que todo o movimento fosse morto, os líderes obtiveram sentença de morte, outros revoltosos foram condenados a trabalhos forçados, açoites e degredo, e teve os que também foram deportados para a África.


GRUPO:
Arthur Martinez
Igor Radel
Nina Bahia
Maria Manuela
Matheus Vallejo
Gabriela

MARTIN LUTHER KING




MARTIN LUTHER KING JR:

Martin Luther King foi e para sempre será um grande homem, de raça negra, ex-pastor e hoje já falecido, ele lutou contra o racismo nos EUA e lutou pela existência da democracia racial, King liderou um forte boicote contra a segregação racial. O movimento durou quase um ano, King chegou a ser preso, mas ao final a Suprema Corte decidiu pelo fim da segregação racial nos transportes públicos. Em 1957 King se tornou presidente da Conferência da Liderança Cristã do Sul, onde ele fortaleceu seu trabalho como defensor dos direitos civis por vias pacíficas, tendo como inspiração Mahatma Gandhi. Ao longo dos anos ele foi sempre lutando pela igualdade racial, proliferando a ideia de que o homem é julgado pelo seu carácter, e não pela sua cor. Em 1963 Martin Luther King conseguiu que mais de 200.000 pessoas marchassem pelo fim da segregação racial em Washington. Nesta ocasião proferiu seu discurso mais conhecido, "Eu Tenho um Sonho". Dessas manifestações nasceram a lei dos Direitos Civis, de 1964, e a lei dos Direitos de Voto, de 1965. Em 1964, Martin Luther King recebeu o Prêmio Nobel da Paz. No início de 1967, King uniu-se aos movimentos contra a Guerra do Vietnã. Em abril de 1968, foi assassinado a tiros por um opositor, num hotel na cidade de Memphis, onde estava em apoio a uma greve de coletores de lixo.
Realmente ele foi um grande homem, lutando pela igualdade racial, não definindo diferença, tratando todos iguais, infelizmente o preconceito racial não se desfez, hoje, muita gente ainda é racista, embora, muita coisa mudou graças a este homem.


Aqui é onde estão enterrados os restos mortais de Martin Luther King e de sua esposa Coretta Scott King.


“The Eternal Flame”
A Chama Eterna simboliza a luta de Martin Luther King, que embora tenha sido grande nunca acabará, assim, vem à ideia de “A Chama Eterna”.
                         

ETNOCENTRISMO


O etnocentrismo trata-se de uma avaliação pautada em juízos de valor daquilo que é considerado diferente. Por exemplo, enquanto alguns animais como escorpiões e cães não fazem parte da cultura alimentar do brasileiro, em alguns países asiáticos estes animais são preparados como alimentos, sendo vendidos na rua da mesma forma como estamos habituados aqui a comer um pastel ou pipocas. Assim, o que aqui é exótico, lá não necessariamente o é.

No nosso caso, já que falamos sobre África, Brasil, afro-descendência, o que vamos comentar sobre etnocentrismo é que, o preconceito racial e religioso para com hábitos étnicos e religiosos, infelizmente é algo presente no cotidiano de muita gente. A penumbra de ser perseguido por causa de sua religião vai contra os ideais humanos, e de uma república justa e igualitária, a formação de uma pessoa, seja ela qual for, quando a leva a cometer um etnocentrismo, cometerá ao mesmo tempo um crime, pois todos tem a liberdade de expressão e religiosa, oprimir isso de alguém é um crime grave e leva inclusive cadeia. Etnocentrismo acaba também que por trazer por si um pouco de preconceito racial, que propicia a arrogância de várias pessoas a criticar a cultura e religiosidade do outro.

Fonte:http://www.brasilescola.com/sociologia/etnocentrismo.htm

MUSEUS AFRO-BRASILEIROS


Os Museus Afro-Brasileiros são instituições artísticas, que têm como objetivo defender, estudar e divulgar a cultura afro-brasileira. Contribuem para o desenvolvimento de uma educação que estimule as relações étnico-raciais. Também promovem atividades de pesquisa e ensino, procurando difundir e socializar as informações da organização, por meio de cursos e exposições, e proporcionando apoio aos pesquisadores e estudantes que visitam o museu. Dentre estes, podemos citar dois: a Casa do Benin, e a Casa de Angola.
Sendo um dos mais importantes centros baianos de cultura africana desde 1988, a Casa do Benin, localizada no Pelourinho frequentemente recebe exposições temporárias de artistas locais. Possui uma fachada colonial, conta com área para exposições, biblioteca, mini auditório e restaurante. Sua intenção é emitir os laços existentes entre Bahia e Benin, difundindo a cultura do povo beninense em Salvador. Do Golfo de Benin vieram os últimos escravos para a Bahia, quando já era proibido o tráfico negreiro. É uma casa de cultura gerida pela Fundação Gregório de Mattos, e mostra o quanto a influência cultural africana é importante para a formação social de Salvador.
Casa de Angola: Localizada na Baixa dos Sapateiros, é uma exposição onde se encontra tronos, pulseiras, elementos de caça, crença e magia, poder político tradicional e cerâmico, peças oriundas do museu antropológico de Angola. Atualmente a Casa de Angola pode oferecer inúmeras possibilidades de intercâmbio cultural para estudantes e educadores baianos.
Por: Camila Tavares e Geraldine Sá






STEVE BANTU BIKO


Steve Bantu Biko foi um conhecido ativista do movimento anti-apartheid na África do Sul. Insatisfeito com a União Nacional de Estudantes Sul-africanos, da qual ele era membro, participou da fundação, em 1968, da Organização dos Estudantes Sul-africanos. Na década de 1970, tornou-se presidente da Convenção dos Negros.

Em 6 de setembro de 1977, Biko foi preso pela censura do regime do apartheid. Levado sob custódia, foi acorrentado às grades de uma janela penitenciaria durante um dia inteiro, sofrendo por conseqüência um grave traumatismo craniano, morrendo dias depois do ocorrido.

Como reconhecimento pelo seu trabalho, foi criada o Instituto Cultural Steve Biko, que desenvolve diversas atividades no campo político e educacional, que resultaram em políticas publicas para o combate das desigualdades raciais.


NOTÍCIAS SOBRE O EGITO

Ex-vice-presidente egípcio e braço direito de Mubarak morrem nos EUA.

Cairo, 19 julho.  O general Omar Suleiman, ex-vice-presidente do Egito e braço direito de Hosni Mubarak, morreu na manhã desta quinta-feira em um hospital dos Estados Unidos, informou a agência de notícias estatal egípcia, "Mena".

Fontes dos serviços de segurança do país norte-africano disseram à Agência Efe que o homem que foi por muitos anos o chefe dos serviços secretos egípcios viajava com frequência aos EUA por causa de tratamentos contra o câncer e problemas cardíacos, e passou seus últimos meses entre a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos.

Nascido no dia 2 de julho de 1936, o general Suleiman foi vice-presidente egípcio de 29 de janeiro de 2011, quatro dias depois do início da revolta popular que derrubou Mubarak, até a queda do ex-presidente, em 11 de fevereiro deste ano.

O homem de confiança de Mubarak dirigiu os serviços de inteligência do país desde 1993 e havia atuado como mediador no conflito entre israelenses e palestinos.

Após meses de silêncio em consequência da queda de Mubarak, Suleiman decidiu disputar as eleições presidenciais deste ano, vencidas por Mohammed Mursi, embora em abril sua candidatura tenha sido revogada por falta das aprovações necessárias.


VÍDEO
Por: Iuri Ribeiro Silva e Paulo Cabral